Case Fator X – Carol Martineli: Caroline 3 Mulheres Capazes De Fazer O Impossível Por Aquilo Que Tanto Amam

Case Fator X – Carol Martineli: Caroline 3 Mulheres Capazes De Fazer O Impossível Por Aquilo Que Tanto Amam

No último Dia 8 de Março foi comemorado o Dia Internacional da Mulher. E, para homenagear a data, a referência em marketing de diferenciação no Brasil, Pedro Superti, utilizou três histórias inspiradoras de empreendedoras para contar aos seus seguidores, uma dessas histórias foi a de Carol Martineli – idealizadora da Carol Coxinhas – como exemplo de superação e diferenciação. A CEO da Coxinha Mais Amada do Brasil se tornou um case reconhecido de diferenciação e posicionamento no setor de franquias.  Confira na íntegra o e-mail. 

Hey Heey Heeey Caroline!

Quando abriu seu negócio, tinha um terço da equipe que você está vendo na foto abaixo. 
Ela trabalhava meio período e sobrava tempo para cuidar do filho recém-nascido.
 

Essa é a Carol Martinelli, de Andradas (MG). 

Ela é dona de uma lanchonete que vende uma iguaria da culinária brasileira. Um prato crocante, recheado e que junta água na boca, só de ver. A famosa… 

Coxinha.

Agora se você imaginou aquele salgado que você vê em qualquer padaria, pode esquecer. No negócio da Carol você encontra coxinha de Pão de Queijo, a Morangoxinha, o Mini Churros e centenas de outras opções.

É tanta criatividade que, em semanas, o negócio dela bombou, as vendas decolaram, mas a vida pessoal da Carol teve uma grande guinada. Ela enfrentava um dilema pesado que e atormentava diariamente. Com o crescimento do negócio, ela teve que contratar mais equipe, trabalhar mais horas, planejar suas ações. A empresa passou a exigir mais horas dela.  Restavam cada vez menos tempo para ela ficar em casa e cuidar do menino de 8 meses que ainda mamava em seu peito.

Que dúvida… 

Sacrificar uma parte significativa da infância do filho (quando ele mais precisa da mãe)?

Ou..
Abrir mão do sonho de ajudar seus clientes através de suas coxinhas (ainda mais quando o negócio dava mostras de que daria certo)? Buscou ajuda nos amigos e parentes. Se arrependeu amargamente.
Diziam que ela não tinha que pensar duas vezes, que a família era mais importante. Que ela tinha que esquecer essa “loucura” de ter um negócio. “Onde já se viu escolher o profissional no lugar da família?”.

Já começava a sentir-se uma péssima esposa.
E a pior mãe do mundo. Mas pior seria mesmo se ela não decidisse logo. Tinha que escolher. E se ela não fizesse isso direito, lá na frente seu filho jamais teria a vida que ele merecia.

Fez o que uma boa mãe sempre faz: Escolheu o que era melhor para o garoto.

Ela optou por cuidar do negócio dela e do filho. Mesmo tendo que se virar em duas. Recebeu críticas e julgamentos. Ouviu coisas que questionaram a sanidade dela. Porém, sabia que o pequeno já podia beber da mamadeira. Não era a escolha mais saudável, mas com certeza era o melhor de dois mundos. Entendeu que as pessoas que a criticavam não viviam na pele dela. Não conheciam as necessidades dela. E não sabiam o que era melhor para o futuro do filho dela. 
Escolheu o que era necessário naquele momento. Como uma empreendedora de verdade ela mostrou que era capaz. Capaz de ser empreendedora, ser mãe, ser esposa. Hoje, o negócio dela vai de vento em popa. De Andradas (MG), ela levou a Carol Coxinhas para Belo Horizonte (MG), Guarulhos (SP), Mogi Mirim (SP) e logo logo pode estar abrindo uma na sua cidade também. Ela criou uma franquia da Carol Coxinhas. E hoje tem filhos em várias cidades do país. Afinal, uma franquia não deixa de ser um filho seu. E por falar nisso, e o menino? Cresceu forte como um touro e cheio de saúde.

Olha ele na foto abaixo…

“Todas nós somos capazes disto. E as pessoas ainda julgam porque eu trabalho demais, porque eu viajo demais…E eu consigo ter tempo de fazer tudo isso e ainda consigo ser mãe. Uma ótima mãe”, afirma Carol.

Já pensou se ela tivesse dado ouvidos às pessoas que ficaram criticando lá atrás? 

“E eu não sou menos mãe, esposa ou menos mulher por isso. Eu sou uma mulher de negócios realizada porque um dia eu me impus, lá atrás”.

 

 

 

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